domingo, 18 de maio de 2014

Matando o câncer de fome com a dieta cetogênica

A internet como a mais poderosa ferramenta para a produtividade e ao mesmo tempo como a mais poderosa distração, com os vícios maiores de todos os tempos

Sabe-se que antes da internet havia-se um equilíbrio no sentido de possibilidades de tanto expandir nossa produtividade como diminuir a mesma. Porém, com uma facilitação nisto, devemos escolher em qual nível queremos estar. Em extremos temos: ou hiperprodutivo ou o contrário (hipoprodutivo).

Nunca houve tantas possibilidades de satisfazermos o lado animal do cérebro, bem como o lado "espiritual" do mesmo. Deste lado instintivo temos: pornografia, redes sociais, entretenimento, vlogs, etc. Do outro lado temos: videoaulas extremamente educativas, acesso à cursos online dos mais variados tipos e até em universidades como harvard, Mit, etc; acesso à notícias que não se passa na televisão ou jornal, comunidades que auxiliam em questões de programação para que se facilite seu trabalho, entre outras vantagens.

domingo, 25 de novembro de 2012

Deixe sua mente inconsciente tomar as decisões difíceis

A deliberação consciente, mesmo cuidadosa, pode ser uma forma ineficaz de tomada de decisão. Essa é a afirmação do professor de psicologia AP Dijksterhuis da Radboud University Nijmegen, na Holanda. Segundo alguns experimentos do professor, alguns voluntários tiveram que decidir qual de quatro apartamentos era o mais atraente. Após a coleta de informações, eles tiveram que optar por decidir no ato; dedicar algum tempo à deliberação; ou deixar para depois – ou seja, deixar seu inconsciente fazer o trabalho. Aos que escolheram a terceira opção, foram dadas outras atividades não relacionadas com a decisão de escolha do apartamento. Quando essa turma de “inconscientes” teve que escolher um dos apartamentos, quase sem exceção, as decisões foram melhores que dos outros grupos. Suas decisões foram melhores dos pontos de vista racionais e subjetivos. 

A conclusão do professor Dijksterhuis é que devemos reunir toda informação necessária à tomada de decisão – mas não tentar analisar os dados. Em vez disso, tire uma folga e deixe sua mente inconsciente digerir os dados por um ou dois dias. O que sua intuição decidir será, quase certamente, a melhor escolha. 

O fato é que a maioria das pessoas não consegue analisar muitas informações pela limitação da mente consciente. Quem fica coletando mais e mais informações para tomar uma decisão, provavelmente, tomará uma decisão errada. Existe uma dificuldade natural de analisar os prós e contras de uma alternativa. 

Lendo sobre essas conclusões do professor Dijksterhuis, lembrei de um livro que li na adolescência chamado “O Poder do Subconsciente” de Joseph Murphy, que descreve como a pessoa pode usar os pensamentos para mudar circunstâncias e atingir certas metas em vida, incluindo a tomada de decisões. Em vários relatos no livro as decisões viam em sonhos ou no despertar. Uma das técnicas é ficar pensando no problema antes de adormecer, ou seja, coletando ou revendo informações na mente consciente e durante a noite a mente inconsciente trabalhava na analise dos dados, levando a melhor decisão. 

Interessante essa capacidade de processamento do nosso inconsciente! Temos um hardware poderoso e um software espetacular para nos auxiliar na tomada de decisões e, simplesmente, não o utilizamos. Ao invés disso, gastamos fortunas com ferramentas de apoio à decisão que em última análise podem até nos atrapalhar na escolha da melhor alternativa. 

Concluindo, devemos ser frenéticos na leitura do maior número de informações possível e deixar nosso inconsciente trabalhar, enquanto nosso consciente descansa através do sono ou de atividades mais prazerosas. [efagundes]

terça-feira, 11 de setembro de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Tecnologia e felicidade andam juntas



Uma pesquisa que analisou mais de 35 mil pessoas no mundo todo descobriu que pessoas que tem acesso à tecnologia são mais felizes.
O estudo mostrou, também, que as mulheres de países em desenvolvimento são as que mais valorizam as tecnologias de comunicação. De acordo com os cientistas responsáveis, essas mulheres, por serem restringidas pela sociedade e precisarem ficar em casa, valorizam canais de comunicação e redes sociais (Facebook e Orkut, por exemplo).
Outra descoberta foi que os idosos não sentem a mesma coisa, apesar dos esforços dos países para que pessoas mais velhas passem a acessar a internet.
No entanto, há especialistas que não concordam com os resultados das pesquisas. Para eles, as tecnologias de comunicação estariam misturando um tempo dedicado à família e à vida social com as horas reservadas. Mas ainda fica a crença, quase geral, de que ter computador em casa é um sinal de prosperidade e de educação elevada. [BBC]

Bill Gates acredita que as universidades serão substituídas pela internet



Bill Gates, bilionário fundador da Microsoft, é famoso por ter largado a faculdade para investir em seus negócios. Agora ele afirma que a internet poderia substituir as instituições de ensino superior, prevendo que os diplomas serão cada vez menos significativos.
Bill Gates estudava na Universidade de Harvard em 1975 e saiu da faculdade para fundar a maior empresa de software do mundo. Atualmente, além de ser uma das pessoas mais ricas do planeta, ele ainda está ativo e está ajudando, até mesmo, a projetar um reator nuclear. Apesar de ter recebido um diploma honorário de Harvard em 2007, ele não é muito fã de faculdades e,participando de uma conferência chamada Techonomy 2010 (uma junção das palavras “tech” de tecnologia e “economy” de economia), ele criticou o sistema das faculdades atuais.
Ele afirma que o ensino superior é complicado de se conseguir e diz que diplomas baseados em aulas presenciais não serão tão importantes no futuro. O argumento de Gates é que uma pessoa interessada pode aprender pela internet, e que as faculdades (com exceção das festas) não precisarão ser presenciais.
Apesar da sua visão de aprendizagem pela internet parecer meio radical nos dias de hoje (afinal, a própria Microsoft contrata apenas profissionais qualificados através de diploma – na maior parte dos casos) não parece ser algo completamente impossível de ocorrer no futuro.
E você, leitor, qual é sua opinião? Poderia alguém que aprendeu uma profissão pela internet substituir um profissional formado? [DailyTech]

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Os mais quietos são aqueles que mudam o mundo

 
Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Mas o poder deste grupo para promover mudanças é muito maior do que se imagina. É o que defende a escritora americana Susan Cain, autora de uma badalada obra sobre o assunto.

“Quiet: the power of the introverts” (na tradução literal, “Quieto: o poder dos introvertidos”) é um livro que fala de relações interpessoais. A autora critica algumas convenções sociais básicas, como o trabalho coletivo. Muitas escolas ou empresas estimulam o conceito de “trabalho em equipe”, que supostamente estimula a criatividade e a busca por soluções. Isso é um erro, de acordo com Susan, já que a maior parte das grandes realizações humanas foi alcançada por pessoas que agiram sozinhas.
A escritora explica que uma série de experimentos psicológicos, desde os anos 50, tem comprovado que o trabalho coletivo “mascara” aquilo que cada indivíduo realmente pensa, já que todos se preocupam em ter a opinião recebida pelo grupo. Logo, a criatividade de cada um é atrofiada, e não estimulada.
A introversão, segundo ela, é frequentemente confundida com falta de iniciativa e criatividade, mas isso é um conceito falso. Susan não defende que os trabalhos em equipe sejam abolidos. É preciso ter em mente, contudo, que nem sempre aquele que fala mais em um grupo deve ser o líder. Pessoas introvertidas podem liderar muito bem em determinadas situações.
O cenário que envolve o introvertido é determinante para dizer quem ele é. Susan conta, por exemplo, que uma pessoa introvertida chega até a salivar mais do que um extrovertido ao beber algo que estimule sensações mais fortes, como um suco de limão, porque reage à intensidade de maneira diferente.
E estas reações ao meio externo, segundo a escritora, são a chave para entender os tímidos. Isso porque os lugares que frequentamos – instituições de ensino, de trabalho e centros religiosos, por exemplo – são designados a exaltar aqueles que se destacam, que são vistos. Aqueles que gostam de passar mais tempo consigo mesmos tendem a ser relegados a um segundo plano.
Segundo a pesquisa da escritora, entre um terço e metade das pessoas podem ser consideradas introvertidas. É natural que elas tentem negar essa condição – se forçando, por exemplo, a ir a festas em que não gostariam de estar, por preferir ficar em casa fazendo algo sozinhas -, pois desde sempre foram educadas para agir de forma extrovertida.
O que Susan recomenda, dessa maneira, é que a sociedade evite valorizar os extrovertidos em todas as situações, pois nem sempre eles são os mais adequados para realizar alguma coisa. É preciso ter sensibilidade para reconhecer que tipo de contribuição ao grupo cada introvertido pode dar. É claro que o primeiro passo para isso, segundo ela, é se livrar do preconceito contra este tipo de pessoa. [Live Science]

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quer resistir a uma tentação? Ser racional nem sempre funciona


O que você faria se estivesse de dieta e se deparasse com um donut enorme de chocolate fresquinho? Ou se estivesse se tratando contra o alcoolismo e alguém lhe oferecesse a melhor bebida do mundo? A melhor coisa a fazer seria ser racional e parar para pensar nos seus objetivos, certo? Pois isso nem sempre funciona – pelo menos segundo um estudo da Kellogg School of Management, da Universidade Northwestern (EUA), publicado recentemente no jornal Psychological Science.
Segundo os pesquisadores, as pessoas tendem a pensar que a racionalidade é oposta aosdesejos proibidos e pode vencê-lo se nos esforçarmos. Mas eles descobriram que nem sempre é assim – e que o seu pensamento pode jogar no time da tentação em algumas situações.
O resultado pode ser surpreendente, mas a literatura científica envolvendo tentações e prazeres também é bastante contraditória. Um lado defende que a presença da tentação distorce a cognição de modo a provocar o comportamento impulsivo. Outro diz que astentações na verdade fortalecem os processos que promovem o autocontrole. Loran Nordgren e Eileen Chou, líderes da pesquisa, resolveram colocar essas duas vertentes à prova. Segundo Loran Nordgren, o grande problema é que os dois lados deixam de fora um fator importantíssimo: a interação entre a tentação e o chamado “estado visceral” (fome, sede, desejo sexual, saciedade e desejo), que determina se os processos cognitivos serão orientados em relação ao comportamento impulsivo ou ao autocontrole.
Os experimentos testaram, então, diferentes mecanismos cognitivos, incluindo a atenção e a “avaliação motivada” (o quanto nos preocupamos com algo, dependendo das recompensas) para ver como eles foram afetados pela tentação. Para um dos testes, foram recrutados 49 estudantes do sexo masculino que tinham namoradas. Parte deles tiveram que assistir a um filme erótico que os deixou em um estado que os cientistas consideraram excitado ou “quente”; os outros assistiram à gravação de um desfile de moda, criando um estado “frio”. Os pesquisadores, em seguida, lhes mostraram imagens de mulheres atraentes e observaram por quanto tempo eles olharam para elas. O procedimento foi repetido uma semana depois, mas com uma diferença: desta vez, foi dito aos voluntários que as mulheres das fotos eram estudantes solteiras e disponíveis – ou seja, eram “tentações”. Resultado: os homens em estado excitado olhavam as fotos por mais tempo. Neste caso, mais tentação promoveu menos fidelidade quando somado a uma situação em que já estavam num estado mental mais “quente”. Já os homens em estado “frio” fizeram o oposto: olharam por menos tempo para elas.
Em um segundo teste, 53 fumantes foram instruídos a fumar imediatamente antes do experimento, enquanto o resto se absteve por três horas. Em seguida, ambos os grupos – os saciados e os não saciados – avaliaram o prazer de fumar, mostrando o quanto eles valorizavam os cigarros. Numa segunda fase, repetiram-se as mesmas condições e as mesmas perguntas, mas todos tiveram que fazer uma escolha: esperar 40 minutos para fumar e ganhar 3 euros ou fumar imediatamente e não ganhar nada. Resultado: os fumantes saciados adiaram a gratificação mais facilmente – e também deram uma avaliação inferior ao prazer de fumar em relação à primeira vez, enquanto aqueles que estavam com vontade de fumar o classificaram como superior a antes. O grupo “frio”, ou saciado, se deu razões para esperar; o “quente”, para se entregar.
Razão x paixão
Segundo os pesquisadores, as pessoas têm a tendência de pensar que a razão sempre serve a interesses de longo prazo e a paixão serve a gratificações imediatas – algo como o anjinhoem um ombro e o diabinho no outro. Então, quando você está com fome ou com certas vontades (no estado “quente”, digamos), você acaba ignorando o anjo e sucumbindo ao diabinho.
O estudo sugere, porém, que não é sempre assim: “Necessidade ou desejo corrompem os processos cognitivos que ajudam você a interromper esse comportamento”, exmplica Nordgren. “Quando você está desejando algo e sendo tentado, a sua racionalização sucumbe. Assim, em um estado quente, você tem o diabinho em ambos os ombros.” Então, meu chapa, nem adianta muito contar com o seu cérebro para ajudá-lo a tomar um decisão. O ideal é fugir da situação, mesmo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Conheça os Alimentos que Podem Causar Câncer, Como Evitar o Aparecimento do Câncer

Uma doença que sempre está na mídia e que muitos temem é o câncer, muitas vezes silencioso quando se descobre que a doença está em nosso organismo tentamos negar a nós mesmo, tentamos acreditar que é um pesadelo, mas na maioria das vezes não é, para tentar evitar que o câncer nos atinja é preciso tomar alguns cuidados, entre eles evitar alguns alimentos.

Quem ajuda o próximo vive mais, diz estudo


Que o voluntariado desperta a solidariedade e a autoconfiança em quem o promove, todo mundo sabe. Mas recentemente um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriu que quem se dedica ao próximo tem a expectativa de vida ampliada em até quatro anos. O estudo, divulgado em agosto deste ano, analisou mais de 10 mil pessoas e concluiu que as que agem movidas pelo altruísmo envelhecem com mais saúde e têm reduzido o risco de mortalidade.

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